Decidi reformar o blog, arquivei todas as bobagens que escrevi no passado e em breve devo começar a escrever semanalmente.
Vida nova, blog (não tão) novo.
Decidi reformar o blog, arquivei todas as bobagens que escrevi no passado e em breve devo começar a escrever semanalmente.
Vida nova, blog (não tão) novo.
1. Comece com uma estratégia desligada da necessidade de negócios
2. Não escute o usuário
3. Escute o usuário, mas faça alguma coisa da sua cabeça, afinal de contas, você é o especialista
4. Crie estruturas de classificação de conteúdo enormes e seja detalhista, afinal de contas todo mundo sabe a diferença técnica entre estudo, pesquisa, tese e levantamento.
5. Crie “necessidades” que inviabilize a automatização do processo de atualização
6. Utilize nomes de menus que não querem dizer nada
7. Ache que a busca vai resolver uma navegação mal resolvida
8. Não pense na evolução, criando menus que não suportam a inclusão de novos conteúdos e funcionalidades
9. Utilize funcionalidades (wikis, blogs, Twitter, etc) porque é legal, sem pensar no impacto em termos de esforço gerencial
10. Por último, faça requisitos que necessitem de muito desenvolvimento de TI
Estou liderando um projeto de reformulação de uma intranet bem grande utilizando SharePoint. Para a parte de Arquitetura de Informação / Wireframes, estamos utilizando o Axure.
Com certeza é um ótimo software que ajuda bastante na produção de especificações funcionais e protótipos. O módulo que automatiza essas duas tarefas é excelente e encurta um trabalho que costumava demorar dias para algumas horas.
Pelo tamanho do projeto a especificação está sendo realizada por mais de uma pessoa, depois de bater a cabeça algumas vezes com problema de versão, decidi testar o módulo de projeto compartilhado e posso dizer que fiquei bastante satisfeito.
É bem simples de usar, uma das pessoas salva o projeto em um diretório compartilhado e as outras pessoas do projeto abrem o projeto o utilizado endereço fornecido (geralmente \\nomedoservidor\nomedoprojeto). Depois disso, o programa funciona no esquema bem Visual Studio da vida, onde para fazer qualquer tipo de alteração, você precisa fazer checkout das telas.
O único porem é o fato de não conseguir utilizar bibliotecas do SharePoint para salvar o projeto, que seria perfeito para o pessoal que trabalha muito remotamente. Existe a alternativa de salvar em um tipo de servidor especial, mas não tive paciência de enter o funcionamento.
Na próxima edição da Doc Management sairá uma breve coluna sobre a importância da taxonomia para projetos de gestão de conteúdos. Em especial, falei um pouco sobre como o SharePoint utiliza o conceito para facilitar o acesso e organização de informações.
Mando mais informações quando a revista for publicada.
Quem me conhece um pouco melhor, sabe que uma dos meus passatempos é ouvir causos de taxistas. Como ando muito de táxi por conta do trabalho, já pensei até em criar um blog de “causos táxisticos”. Hoje ouvi um dos bons.
Estava no RJ e peguei um táxi da Barra até o Santos Dumont. Lá pelas tantas, a gente falamos sobre violência e o taxista começou a contar uma história daquelas.
O cunhado parou de trabalhar como taxista.
Motivo: 2 traficantes entraram no carro dele, apontaram a arma para ele e usaram os serviços de táxi para entregar “produto” em todas as favelas do RJ. Depois de algumas horas, como todo traficantes bom é honestos, eles agradeceram: “Ai baixinho, tú é gente fina, toma essa grana pelo serviço” e pagaram 400 reais pela corrida.
Coisas que só acontecem no Brasil…
Acabei de voltar de uma cerveja com uma grande amiga que foi transferida de São Paulo para o Rio de Janeiro. Além de nós dois, estavam mais duas pessoas que trabalham com ela em uma grande empresa multinacional.
Lá pelas tantas, acabamos conversando sobre trabalho (inevitável, mas não desejável em uma mesa de bar). Eis que uma das pessoas da mesa contou uma pesquisa sobre o comportamento que rola na rádio peão da empresa, que achei bem interessante.
A pesquisa consistia em um cacho de banana, uma escada e três macacos. Se um macaco subisse na escada para pegar a banana os outros dois tomavam um banho de água fria.
Os pesquisadores foram mudando os macacos, repetindo o mesmo experimento, mantendo um macaco que já tinha passado pelo menos uma vez pelo teste e trocando os demais.
Em um determinado momento, os macacos começaram a se bater para que nenhum deles pegasse a banana. Eles perceberam através da imitação que não deixar um deles pegar a banana era um “mal” para não existir punição.
Mesmo depois de tirar a punição (banho de água fria) os macacos mantiveram o mesmo comportamento de bater no macaco que tentava pegar a banana.
É engraçado que nós insistimos em agir como macacos quando estamos dentro das organizações.
Com certeza existe uma “banana” que você tenta alcançar no seu trabalho (ou na sua vida) e você não consegue por causa do medo do banho de água fria…
Mas nunca paramos para pensar se o banho de água fria ainda existe, ou se é só o macaco velho falando que a água fria vai chegar?
Existe uma brincadeira no Vale do Silício, principal pólo de tecnologia americano, que um ano na Internet equivale a um dog year pela sensação de que as pontocom evoluem como um cachorro, sete vezes mais rápido. Coincidentemente, há cerca de sete anos, comecei a me interessar em como as organizações poderiam utilizar ferramentas colaborativas web ambiente corporativo.
Somente de um ano para cá que a adoção empresarial de wikis e blogs e outras ferramentas da chamada Web 2.0, que proporcionam maior facilidade para colaboração digital, têm ganhado força, em um fenômeno que pode trazer grandes benefícios chamado Enterprise 2.0. Apesar de promissor, os maiores desafios para adoção deste conceito são as mudanças culturais necessárias para o sucesso, utilizar plataformas como o SharePoint pode liberar tempo para que os gestores trabalhem no que realmente importa.
Sem telefone sem fio
O professor Andrew P. McAfee da Harvard Business School, um dos primeiros pesquisadores do assunto, defende que uma Enterprise 2.0 é mais transparente, colaborativa e com processos de comunicação mais efetivos.
Para ilustrar como ferramentas como blogs e wikis podem trazer grandes benefícios vamos explorar um exemplo. Imagine que um gerente precisa discutir o lançamento de um novo produto com seu time. Tradicionalmente, ele teria que organizar várias reuniões para discutir o assunto. Utilizando um blog, essa tarefa seria muito mais fácil, permitindo que as pessoas enviassem opiniões de forma rápida.
Esse é um simples exemplo de como uma organização pode se beneficiar de um melhor fluxo de comunicação. Existem inúmeras outras aplicações como incentivar a troca de experiências, solucionar problemas, comunicar andamento de projetos, entre outras de grande valor. No entanto, para se viabilizar estes benefícios é necessário existir uma plataforma que permita rapidamente oferecer essas funcionalidades para os usuários finais.
Wiki Wiki SharePoint
Wiki é um termo havaiano que significa rápido. E essa é uma das características mais interessantes do SharePoint, plataforma da Microsoft para a criação de portais corporativos. As funcionalidades voltadas para Enterprise 2.0 utilizando SharePoint podem ser criadas em segundos sem a necessidade de um técnico.
Além disso, por ser uma plataforma Microsoft, existe uma grande comunidade de desenvolvedores que disponibilizam gratuitamente módulos que melhoram as funcionalidades existentes ou que adicionam novas características ao SharePoint. Dentro do site Codeplex (http://www.codeplex.com/), comunidade de desenvolvedores apoiada pela Microsoft, é possível encontrar mais de 500 pacotes com funcionalidades que podem ser utilizadas sem nenhum custo.
Todas essas características fazem com que o SharePoint entregue ferramentas como blogs e wikis para os usuários finais rapidamente e com baixo custo, deixando mais tempo e dinheiro para que os gestores se esforcem no que realmente é importante para a adoção deste tipo de tecnologia: mudanças culturais.
Focando no que realmente importa
Muitas das iniciativas de TI não dão certo, pois se gasta muito tempo e dinheiro na parte técnica e pouco com as pessoas, que são quem efetivamente vão fazer a ferramenta funcionar, principalmente em iniciativas de Enterprise 2.0 onde o usuário final que gera o conteúdo.
De uma forma geral, as pessoas não gostam de mudar a forma com que trabalham. Se não existir um estímulo claro, elas vão continuar utilizando e-mail para realizar todas as suas tarefas, causando os problemas de falta de transparência e de colaboração que já discutimos.
A mudança cultural é um aspecto crítico. Divulgar, treinar os usuários, conseguir o apoio da alta administração, criar uma estrutura de apoio operacional, celebrar e reconhecer as pessoas são algumas ações que podem ser adotadas para se criar um ambiente mais propício para a utilização de ferramentas colaborativas.
A evolução das empresas para um modelo de Enterprise 2.0 pode trazer grandes benefícios. O SharePoint é um grande aliado para se conseguir sucesso, já que permite que os gestores tenham mais tempo para liderar as mudanças culturais necessárias. Resta saber: você prefere colocar a coleira ou ser mordido pelo cachorro?
Depois de quase 1 mês sem postagem, aqui estou de novo.
Dando explicações: foi um mês daqueles - morte de uma pessoa muito querida, operação de câncer do meu pai, fui dar aulas na Impacta, organizei e fui palestrante de um seminário de SharePoint, decidi fazer uma viagem para Nova York em tempos de crise, arrumei briga por conta da mesma, estou agitando de virar colunista em uma revista de TI (novidades em breve), enfim, minha vida estava de cabeça para baixo.
Mas agora as coisas estão voltando para o normal:
Resumindo, minha vida está voltando ao normal. Como sou partidário da filosofia “o que não me mata, me faz mas forte”, estou muito animado com esse final de ano. Chego perto de 2009 com sensação de missão cumprida. Fiz várias coisas que me tornaram uma pessoa melhor e um profissional mais realizado. Imagino que esse ano que está entrando não será dos mais fáceis por conta da tal da crise, mas não vou morrer por conta do péssimo humor dos tais dos mercados e com certeza sairei disso tudo mais forte.