Intranet Week @ Boston – Adopting Web 2.0 Technology for Your Company’s Intranet

Primeiro dia de evento aqui em Boston, algumas discussões bem interessantes sobre adoção de web 2.0 em ambiente de intranet. Segue algumas das discussões que achei mais interessantes:
 
- Se falou muito em SharePoint como a principal plataforma para incorporar conceitos de Web 2.0.
 
- Se falou bastante de Facebook e o conceito de agregar todas as atualizações do sistema e dos seus “amigos” em um único lugar.
 
- Boa parte do conteúdo em ambientes de web 2.0 é criado na linguagem nativa do usuário, mas em ambiente global, o problema acaba sendo muito grande.
 
- A opção da tradução nem sempre funciona bem, já que é um processo demorado e que pode gerar problemas de comunicação (linguagem que funciona em alguns países pode ser agressiva em outras).
 
- Vários dos participantes do workshop tiveram algum tipo de experiência com vídeos e podcasts. Duas aplicações que achei mais interessante: TTV (Tyco) que usou para que as pessoas mandasse vídeos com a sua opinião sobre a mudança da marca e a GMTV (GM). Outras pessoas falaram que já fizeram uso de vídeo com hospedagem externa para diminuir impacto de infra.
 
- Outra discussão interessante foi como se justificar um projeto de Web 2.0. Os blogs e wikis (assim como outras aplicações de Web 2.0) têm um caratér diferente da Web mais tradicional, pois são muito parecidos com gastos com e-mail e telefonia, em que não se sabe muito bem o uso que será dado pelos usuários.
 
- Também se discutiu bastante a nova postura dos usuários que tem alto nível de exigência das intranets: Buscar como o Google, conteúdo atualizado como da BBC, personalização como Amazon, login como o Windows Live ID, fácil de publicação como Blogger, sensor de presença como no Facebook ou Gtalk, acessível em qualquer dispositivo como no Twitter.
 
- Por outro lado, o palestrante tinha acabado de fazer 3 projetos demandados por áreas jurídicas para record management. Um projeto me chamou bastante atenção, fizeram uma migração de tudo precisava ser guardado por razões legais para o SharePoint. Os demais repositórios são limpados com uma periodicidade pré definida.
 
- Alguns casos interessantes:
  • IBM: Behive – Aplicação semelhante ao Facebook
  • Motorola e Cisco: Uso de conceitos semelhantes ao que fazemos em nossos projetos de facilitar a busca de pessoas e colaboração via comunidades. O detalhe é o uso de tags.

- Também tivemos uma discussão interessante sobre a necessidade de sistemas de segurança para iniciativas de Web 2.0. O palestrante trouxe os exemplos da Apple e da Google que não usam barreiras físicas ou gerências para a fuga de capital intelectual, focando mais na criação de uma cultura que se preocupa com a propriedade intelectual.

- Custo de iniciativas de web 2.0 que não costumam ser considerados:  Treinamento, estratégia, arquitetura de informação, governança, change management, criação e migração de conteúdo, gestão de conteúdo, gestão do projeto, promoção e novas funcionalidades

- Outro conceito interessante discutido foi a de manter uma catalogo de aplicações de web 2.0 que as áreas podem utilizar sem prestar contas para TI (como a Dell faz) e o de manter uma série de fornecedores qualificados para prestar serviços de web 2.0 para conseguir dar vazão para as demandas das várias áreas da empresa.

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